Dom Joel preside Missa em ação de graças pelo Jubileu de Prata da Irmã Maria da Solidade

Celebração foi realizada na Capela do Mosteiro da Virgem durante a solenidade de Nossa Senhora da Assunção.

Na solenidade de Nossa Senhora da Assunção, o bispo diocesano de Petrópolis, Dom Joel Portella Amado, presidiu uma Missa em ação de graças pelos 25 anos de profissão religiosa da Irmã Maria da Solidade Barbosa, OSB. A celebração foi realizada na Capela do Mosteiro da Virgem e reuniu religiosas, familiares, amigos e membros da comunidade.

Durante a homilia, Dom Joel destacou os diferentes títulos atribuídos a Nossa Senhora nas diversas regiões e comunidades da Igreja. Entre eles estão Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Assunção e Nossa Senhora do Céu. O bispo também recordou que, em São Paulo, Maria é venerada como Nossa Senhora da Ajuda.

Segundo Dom Joel, a transferência da celebração da Assunção para o domingo, em algumas comunidades, possibilita a participação de um número maior de fiéis, incluindo trabalhadores e pessoas que possuem compromissos durante a semana.

“Porque, toda vez que nós nos encontramos, toda vez que ouvimos a Palavra de Deus e toda vez que estamos reunidos como irmãos e irmãs na Casa do Senhor, esse momento é importante”, afirmou.

O bispo ressaltou ainda que a solenidade não representa apenas uma data simbólica, mas uma celebração que toca profundamente a vida dos fiéis. “Cada um de nós traz a sua própria realidade. Trazemos sonhos, esperanças, lutas e agradecimentos”, disse.

Ao refletir sobre as leituras da celebração, Dom Joel destacou a imagem da mulher prestes a dar à luz e do dragão, símbolo do mal e das ameaças à vida. Para ele, o contraste apresentado na liturgia revela a força da esperança e da ação de Deus.

“Uma mulher, aparentemente frágil, e um dragão, que parece poderoso. Mas a vida é mais forte. A esperança é mais forte. Deus é mais forte”, enfatizou.

Dom Joel também afirmou que a Ressurreição de Cristo não se destina apenas a Ele, mas alcança toda a humanidade. Ao recordar uma imagem que conheceu na infância, na qual Jesus aparece abrindo uma porta, o bispo apresentou Cristo como aquele que abre o caminho para a vida e ajuda a humanidade a vencer a morte.

“Ele é o primeiro que nos ajuda a vencer a morte. Aqui está o segredo da vida”, concluiu. A celebração do Jubileu de Prata da Irmã Maria da Solidade reafirmou a importância da vocação religiosa e do testemunho de dedicação ao serviço de Deus e da Igreja.

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