Dom Gregório Paixão consagra Diocese ao Coração Imaculado de Maria

Momento da consagração a Nossa Senhora, ao final da missa no Trono de Fátima

Diante das tragédias ocorridas em Petrópolis, no dia 15 de fevereiro e no dia 20 de março, devido a pandemia causada pela Covid-19, o desemprego e diversas dificuldades que o povo passou nos últimos dois anos. O Bispo da Diocese, Dom Gregório Paixão, OSB, consagrou ao Imaculado Coração de Maria todos os municípios que fazem parte do território diocesano, pedindo a intercessão da Mãe de Deus. Clique aqui e Copie a oração de Consagração

O ato de consagração aconteceu, no 13 de maio, na missa presidida pelo bispo diocesano, no Trono de Fátima, e concelebrada pelo Padre Manoel Gouvêa, responsável pelo Trono, pelo Vigário Geral da Diocese, Monsenhor José Maria Pereira, pelo Padre Luis Melo, Pároco de Nossa Senhora do Rosário, e pelo Vigário da Caridade, Padre Rafael Soares. O prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo esteve presente, acompanhado da esposa, Luciane e de secretários de Governo.

Além dos fiéis e devotos marianos que participaram da missa, muitos tiveram a oportunidade de acompanhar a celebração e o ato de consagração pelas redes sociais do Trono de Fátima e da Diocese de Petrópolis.  O presidente da Congregação Mariana, Agnes Dalzini agradeceu a presença de todos, o apoio do bispo diocesano e da Prefeitura que retirou as barreiras que impediam o acesso com tranquilidade ao Trono de Fátima.

Em sua homilia, Dom Gregório Paixão ressaltou a coragem da Virgem Maria que, ainda menina, teve que dar uma resposta a Deus e que mudaria todo o mundo. “Quando nós recordamos, hoje de modo especial nossa Senhora de Fátima, nós não podemos esquecer que Maria ficou grávida no máximo entre 13 e 14 anos. Ora, a gente tem que perceber que foi colocado sobre as costas de uma jovem de 13 e 14 anos, uma resposta que mudaria toda a história da humanidade e ela tinha que dizer sim ou não. E, diante de Deus, e atendendo ao pedido que um anjo lhe fazia no mais profundo do seu coração, da sua alma. Ela vai dar uma resposta que talvez a gente espera de um adulto quando é pressionado a dizer alguma coisa e ela vai dizer nós sabemos, faça-se em mim segundo a vossa palavra e o verbo de Deus se fez carne, Jesus veio para nós”.

O bispo ressalta ainda o papel fundamental de Maria ao resgatar pelo seu sim o caráter de auxiliar de Deus que as mulheres tinham perdido com o pecado de Eva. “Essa mulher será uma página virada entre o antigo e o novo testamento. Porque ela, na sua santidade escolhida por Deus, vai resgatar na sua existência aquilo que fora perdido por Eva. Ela vai resgatar um nome fundamental na vida das mulheres de Israel que aparece no Antigo Testamento, quando as mulheres eram chamadas de auxiliares. O nome é eser, auxiliar, do hebraico para o português, pode nos parecer hoje totalmente negativo, mas significa dizer algo que tem a ver com a vida de Deus. O nome é eser é auxiliar que aparece no capítulo segundo e terceiro do livro do Gênesis. Essa palavra é empregada 16 vezes para Deus, quatro vezes para o exército em ordem de Batalha na bíblia, é empregado duas vezes para a mulher e nenhuma para homem”.

Assista a homilia e ao vídeo da Consagração:

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter
Share on email
Email
Share on print
Print