Com grande participação de amigos, fiéis e visitantes, a tradicional festa junina do Seminário Diocesano Nossa Senhora do Amor Divino voltou a movimentar a comunidade e reafirmou a importância dessa manifestação na cultura popular brasileira. O evento, já conhecido pelo ambiente familiar e acolhedor, foi novamente considerado um grande sucesso.

A abertura oficial foi feita pelo bispo diocesano, Dom Joel Portella Amado, ao final da santa missa celebrada na Capela do Seminário. Em seguida, os participantes assistiram à peça “Pedras Vivas”, que, com bom humor, apresentou os 80 anos de história da Diocese, aproximando o público de sua memória e identidade religiosa.
Mais do que um momento de lazer, a festa junina reforçou laços comunitários e resgatou tradições típicas desse período do ano. Entre as atrações, a quadrilha animou o público, que foi convidado a participar ativamente, preservando uma das expressões mais simbólicas da cultura junina. As barracas com comidas típicas — como doces, bolos, caldos e outras iguarias — também tiveram grande procura, evidenciando o valor da culinária tradicional na construção da memória afetiva das festas populares.

A música ao vivo, com muito forró, garantiu a animação dos presentes e levou casais e famílias a dançar próximo à fogueira, outro símbolo marcante das festas juninas. A fogueira, além de elemento decorativo, reforça o aspecto comunitário da celebração, reunindo as pessoas em torno de um mesmo espaço de confraternização.
Durante todo o evento, foram inúmeras as manifestações de carinho e agradecimento ao Seminário pela realização da festa, vista por muitos como um espaço de encontro, convivência e valorização das tradições populares ali vividas em um ambiente de fé.

O reitor do Seminário, padre Luiz Henrique, juntamente com os demais padres formadores e os seminaristas, fez questão de agradecer a presença de todos, em especial das pessoas que colaboraram na organização e trabalharam nas barracas. Estas foram visitadas por Dom Joel, que concedeu sua bênção aos voluntários.
O bispo diocesano destacou ainda o empenho dos voluntários das diversas paróquias, alguns deles há mais de dez anos dedicando tempo e esforço à festa. Para ele, a continuidade da participação dessas pessoas demonstra não apenas o amor pela Igreja, mas também o compromisso com a preservação das tradições da cultura popular, que encontram nas festas juninas um de seus momentos mais vibrantes e significativos.





