Padre Gilmar de Castro

Padre Gilmar de Castro faleceu em 26 de julho de 2010, aos 47 anos, em Teresópolis (RJ), sua cidade natal, após luta contra um câncer. Ele estava internado na UTI do Hospital São José, onde vinha recebendo tratamento nos últimos meses. Seu sepultamento ocorreu no dia 27 de julho, no Cemitério Municipal Carlinda Berlim (Caingá), em Teresópolis, acompanhado por familiares, amigos, fiéis e sacerdotes da Diocese de Petrópolis.

Nascido em 28 de fevereiro de 1963, em Teresópolis, Padre Gilmar abraçou a vocação sacerdotal ainda jovem. Foi ordenado presbítero em 8 de dezembro de 1991, na Matriz de São Pedro, em Teresópolis, iniciando um ministério marcado pela proximidade com o povo e pela atenção ao atendimento pessoal dos fiéis.

Ao longo de sua trajetória, dedicou-se de modo especial às comunidades de Magé e Teresópolis. Na Diocese de Petrópolis, exerceu os seguintes encargos:

  • Vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Piedade e da Paróquia Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, em Magé (nomeado em 26/02/1996 e 09/07/1996);
  • Administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, em Magé (nomeado em 24/02/1997 e novamente em 24/02/1999);
  • Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, em Magé (nomeado em 08/11/1999);
  • Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, em Mauá, Magé, onde desenvolveu intenso trabalho pastoral;
  • Pároco da Paróquia São José e São Charbel, em Teresópolis (nomeado em 02/01/2008), situada no quilômetro 68 da Estrada Rio–Bahia, função que exercia até seu falecimento.

Em todas essas comunidades, ficou conhecido como sacerdote dedicado, simples e próximo, com grande cuidado no acompanhamento espiritual, nas confissões e na escuta dos fiéis. Seu ministério foi marcado por entusiasmo e disponibilidade para os trabalhos diocesanos, especialmente a Missão Popular, iniciativa de evangelização que contou com seu apoio e participação.

O bispo da Diocese de Petrópolis à época, Dom Filippo Santoro, manifestou profundo pesar pelo falecimento de Padre Gilmar, lembrando o exemplo que ele deixava como sacerdote e seu empenho nas paróquias por onde passou. Durante a Santa Missa de exéquias na Igreja de Pessegueiros, o bispo destacou: “Padre Gilmar deixa um testemunho valioso como sacerdote e um grande colaborador dos trabalhos diocesanos, como a Missão Popular”.

Diversas manifestações de carinho e gratidão foram feitas por familiares, amigos e paroquianos, que o recordam como um padre dedicado, sobretudo no atendimento pessoal dos fiéis e na atenção aos que mais precisavam de orientação e consolo.

Com sua morte, a Diocese de Petrópolis se despede de um sacerdote que deixou um rastro de fé, serviço e proximidade nas comunidades de Magé e Teresópolis. Seu testemunho permanece vivo na memória dos que o conheceram, nas paróquias que serviu e nas pessoas que encontraram em seu ministério um sinal concreto da presença de Cristo entre o povo.