Catequese deve promover a inclusão dos deficientes

Diocese
17 10 2016 Congresso Diocesano da Catequese
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O próximo ano, 2017, será um marco para o Setor de Iniciação Cristã da Diocese de Petrópolis, mais conhecido como Pastoral da Catequese, pois terá inicio a elaboração do subsídio diocesano que será usado nos encontros de catequese. Este foi o anuncio feito pelo Bispo Diocesano, Dom Gregório Paixão, OSB, na missa de encerramento do Congresso Diocesano de Iniciação Cristã, que aconteceu no dia 16 de outubro, na quadra da Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo.

Dom Gregório Paixão cobrou dos catequistas uma iniciação cristã que fosse inclusiva, pois segundo ele, as pessoas com alguma necessidade especial precisam ser acolhidas nas comunidades, nas paróquias e nas mais diversas pastorais e movimentos da Diocese. “Estou sempre me questionando, onde estão os deficientes. Precisamos trabalhar esta inclusão em nossas paróquias e vocês catequistas são de grande importância neste trabalho, pois precisamos levar Cristo até eles e trazê-los para participar da igreja”, comentou o bispo.

Sobre o subsídio, Dom Gregório Paixão disse que vai iniciar no próximo ano a elaboração deste documento, que será feito junto com os catequistas para que seja usado em todas as paróquias. “A elaboração dos livros de iniciação cristã fazem parte das diretrizes da Diocese e já deveriam ter sido realizadas, mas agora, vamos tocar este projeto que é de fundamental importância”.

O Congresso Diocesano de Iniciação Cristã contou com a presença de mais de 500 catequistas de toda Diocese e foi preparado pela equipe diocesana, sendo que toda organização foi feita pela equipe de catequese do Decanato São Pedro de Alcântara. Durante o Congresso, os novos assessores eclesiásticos diocesanos para Catequese, Padre José Celestino e Padre Leandro Libânio se apresentaram e falaram desta missão que o bispo lhes confiou.

Padre Celestino falou sobre a importância da família na formação das crianças tendo como ponto central o tema do encontro “Família e Misericórdia”, com o lema “Família: primeira escola de misericórdia”. Padre Celestino ressaltou as dificuldades da família, lembrando aos catequistas que muitas estão desestruturadas e que muitos pais não tem o compromisso de levar os filhos e participar com eles da missa.

Ele ressaltou ainda que o catequista não é professor e por isso deve procurar tornar os encontros de catequese algo agradável as crianças, caso contrário elas se sentem numa sala de aula e depois da primeira comunhão não retornam a Igreja. Padre Leandro Libânio disse que ele e o Padre Celestino assumiram a missão de acompanhar a Catequese na Diocese e darão continuidade aos trabalhos realizados, buscando aperfeiçoá-los, tendo como foco principal a pessoa humana, que deve receber o Cristo.

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