A família franciscana realizou, no sábado, 17 de outubro, dentro Jubileu Franciscano, um momento de oração pelos 800 anos da morte de São Francisco de Assis. A programação foi realizada na Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, durante a Novena dedicada ao padroeiro de Petrópolis, que foi um frade franciscano.
O momento de oração recordou a vida e o testemunho de São Francisco, cuja espiritualidade é marcada pelo respeito à criação, pela fraternidade e pela simplicidade. A celebração contou com a presença do bispo diocesano, Dom Joel Portella Amado, e do pároco da Catedral, padre Thomas Andrade Gimenez Dias.
Durante a oração, foram apresentados diversos símbolos relacionados à trajetória de São Francisco, entre eles a Cruz de São Damião, um hábito franciscano, um globo e uma planta. Os elementos ajudaram a destacar a forma como o santo compreendia a realidade: todas as criaturas e situações eram acolhidas como irmãs e irmãos — inclusive a própria morte, chamada por ele de “Irmã Morte”.
Participaram da celebração frades e irmãs franciscanos, além de integrantes da Ordem Franciscana Secular, formada por leigos que procuram viver, no cotidiano, a espiritualidade inspirada em São Francisco de Assis.
A homenagem também estabeleceu uma ligação entre o testemunho de São Francisco e a vida de São Pedro de Alcântara, religioso franciscano cuja festa litúrgica é celebrada em 19 de outubro. Ambos são apresentados como exemplos de uma fé vivida com austeridade, oração, serviço e compromisso com o Evangelho.
Após o momento de oração, os participantes acompanharam a Santa Missa, presidida por Dom Joel Portella Amado. A celebração recordou os 800 anos da morte de São Francisco de Assis e ressaltou a continuidade de sua espiritualidade no testemunho de São Pedro de Alcântara e na missão da família franciscana.









