A Paróquia de Areal encerrou a festa de Nossa Senhora das Dores , 15 de setembro, com uma Santa Missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Joel Portella Amado. A celebração foi concelebrada pelo pároco, Padre José Celestino Coelho; pelo vigário paroquial, Padre Rodolfo Rebello Martins; e pelos padres Renato Gomes de Andrade e Gabriel Vieira Teixeira da Costa.
Ao final da celebração, a convite do vigário paroquial, o Padre José Celestino depositou aos pés da imagem de Nossa Senhora das Dores um buquê de flores, em agradecimento pelas graças recebidas ao longo do ano.
Durante a celebração, Padre Rodolfo destacou o testemunho sacerdotal e a amizade do Padre José Celestino. Ele lembrou que o ano tem sido marcado por momentos difíceis para o pároco, especialmente em razão da perda de pessoas queridas da família. Apesar das dificuldades, ressaltou a alegria de vê-lo permanecer firme em sua missão.
O vigário paroquial também agradeceu ao Padre Celestino pela amizade, pelos conselhos e pelo testemunho de fé. Emocionado, o pároco agradeceu o apoio e o carinho dos paroquianos e do Padre Rodolfo. Também manifestou gratidão a Dom Joel pelo envio do vigário para a Paróquia de Areal.
“A nossa comunidade agradece a presença do Padre Rodolfo, que é incansável e uma presença amiga”, afirmou Padre Celestino.
Reflexão sobre a dor e a fé
Na homilia, Dom Joel refletiu sobre o sofrimento humano, a força do amor e a importância da fé diante das dificuldades. A partir do canto “Ó Santa Mãe, por favor, fazei que as chagas do amor em mim se venham gravar”, o bispo convidou os fiéis a transformarem a música em uma oração, especialmente nos momentos de dor.
Segundo Dom Joel, o trecho faz parte de uma sequência composta como expressão de carinho e pedido de socorro a Nossa Senhora das Dores. A oração recorda as chagas de Jesus e pede a intercessão de Maria para que o amor de Cristo seja gravado no coração dos fiéis.
Ao refletir sobre o Evangelho, o bispo destacou a presença de Maria aos pés da cruz. Mesmo diante da morte do filho e da profunda dor que enfrentava, Nossa Senhora permaneceu de pé.
“Maria nos ensina que nenhuma dor, nenhuma dor na face da Terra, deve tirar de nós o amor. A dor não vence o amor. Ela pode nos abalar, porque somos humanos, mas não pode nos vencer”, afirmou Dom Joel.
A celebração marcou o encerramento da festa em honra a Nossa Senhora das Dores e reuniu a comunidade paroquial em um momento de oração, agradecimento e renovação da fé.









