Diocese de Petrópolis ganha mais três novos sacerdotes

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Ordenação Sacerdotal
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O bispo da Diocese de Petrópolis, Dom Gregório Paixão (OSB) ordenou no dia 9 de dezembro, na Catedral São Pedro de Alcântara, três novos padres: Lucas Thadeu da Silva, Jovane da Rosa Carmo e Carlos Magno Teodoro Ribeiro. Os três novos sacerdotes em janeiro iniciam seu ministério sacerdotal nas seguintes paróquias: Paróquia São Judas Tadeu da Mosela (Pe. Lucas),   Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Raiz da Serra (Pe. Jovane) e Paróquia São José e São Charbel de Pessegueiros (Pe. Carlos Magno).

A primeira missa dos novos sacerdotes na Diocese de Petrópolis acontece hoje, dia 11 de dezembro, Padre Lucas Thadeu da Silva, na Igreja São Judas Tadeu na Mosela, às 19h30; Padre Jovane da Rosa Carmo amanhã, dia 12, na Igreja São José, em São José do Vale do Rio Pedro, às 19h30; e Padre Carlos Magno Teodoro Ribeiro, dia 13, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Muriaé (MG), às 19h30.

A ordenação sacerdotal dos três jovens, presidida por Dom Gregório Paixão, contou com a presença do Vigário Geral da Diocese, Monsenhor Paulo Daher e de todos os padres diocesanos e sacerdotes convidados de outras dioceses e rito católicos. Familiares e amigos lotaram a Catedral de Petrópolis no sábado pela manhã e, ao final da missa, após cumprimentar os novos sacerdotes, todos foram para a Paróquia Santo Antônio e Santo Agostinho, em Nogueira, onde participaram de um almoço.

Padre Lucas Thadeu, antes da benção final do bispo, agradeceu a todas as pessoas que de alguma forma, direta e indireta, contribuíram com a formação deles, tanto na Filosofia e Teologia, quanto na pastoral e espiritualidade. Padre Lucas, em nome de seus dois irmãos no sacerdócio – Pe. Jovane e Pe. Carlos Magno – agradeceu os seus familiares pelo apoio na missão que escolheram.

Em sua homilia, boa parte dela dirigida aos novos sacerdotes, Dom Gregório Paixão lembrou a ordenação do jovem Nuno, em 8 de dezembro de 1910, em Portugal, na Igreja da Mãe de Deus, que mesmo fragilizado pelo câncer, um dia depois, 9 de dezembro, celebrou sua primeira missa. “Meus irmãos e irmãs, Padre Nuno estava mais fraco do que nunca, mas desejava diante da comunidade oferecer o sacrifício a Deus. E vivia aquele grande dia e sustentado por dois irmãos, ele celebrou a sua primeira missa. Ele celebrou a sua primeira missa, sua única missa e sua última missa. Após a celebração, levado a sacristia, o padre lhe fez a pergunta se valeu a pena tanto sacrifício. Ele respondeu que sim, afirmando que carregando a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo participaria do grande banquete da ressurreição e na sacristia morreu”.

Partindo desta história, Dom Gregório Paixão lembrou que 117 anos depois, três jovens entraram na Catedral trazendo no coração um único desejo: “Jesus Cristo foi enviado do Pai e Jesus Cristo enviou homens para que não faltasse a alegria da salvação a toda humanidade. Estes jovens também foram enviados, cada um de sua cidade com sua cultura, do seio de suas famílias para a graça que hoje se realiza. Por isso, vocês não devem carregar nas costas o peso da Filosofia e Teologia, mas sim a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois somente a fé dá sentido a esta graça que estão recebendo no dia de hoje”.

Ouça na íntegra a homilia de Dom Gregório Paixão

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