Comunidade da Capela São José celebra bênção e dedicação do altar com a presença de Dom Joel

A comunidade da Capela São José, localizada no Morro das Cinzas, em Pau Grande, na Paróquia Imaculada Conceição, em Raiz da Serra (Magé), viveu um momento de grande alegria e fé no dia 20 de março, com a bênção e dedicação do novo altar. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Joel Portella Amado, reunindo fiéis, clero e seminaristas.

No início da Santa Missa, o Administrador Paroquial, Padre Marcelo de Castro Alvarenga, agradeceu a presença do bispo diocesano e manifestou sua gratidão a todos os paroquianos que contribuíram para a realização da obra e para as diversas atividades da comunidade, destacando o empenho e a união do povo de Deus.

Além de Dom Joel e do Administrador Paroquial, a celebração contou com a concelebração dos vigários paroquiais, Padre Ronald Cankin Ma Lam e Padre Tiago José dos Santos Rebello, e foi assistida pelos diáconos permanentes Gilmar da Silva Pinto e José Antônio Mantovani. Também estiveram presentes seminaristas da Diocese, entre eles Cássio Smanioto Castilho, que será ordenado diácono no próximo mês de abril.

Em sua homilia, Dom Joel destacou o caráter único da dedicação de um altar, recordando que se trata de uma celebração que não se repete. Para o bispo, a beleza do espaço físico da igreja aponta para uma realidade ainda mais profunda. “A beleza material que nós vemos aponta para uma outra beleza, a beleza espiritual, aquela que brota da fé”, afirmou, ressaltando o cuidado e a riqueza de detalhes presentes no templo.

Ao elogiar a criatividade e a harmonia dos elementos arquitetônicos, Dom Joel enfatizou que, apesar de toda a beleza do conjunto, o altar ocupa um lugar central e insubstituível na vida da Igreja. De forma catequética, explicou que o altar representa o próprio Cristo no meio do povo: é Ele quem reúne a comunidade, alimenta com a Palavra e se oferece como alimento na Eucaristia, edificando a Igreja, que é o Seu Corpo.

O bispo também ressaltou a importância da solidez do altar, construída em material firme, como sinal da fidelidade de Deus, que não volta atrás em suas promessas. Essa solidez, segundo ele, deve encontrar correspondência na fé dos fiéis e da comunidade, chamada a sustentar sua vida cristã na Palavra e na Eucaristia.

Ao aproximar a reflexão do tempo da Quaresma e da Páscoa, Dom Joel recordou que o verdadeiro culto a Deus se concretiza no amor ao próximo. Para ele, o altar não pode ser apenas um elemento físico, mas deve conduzir a uma vivência autêntica da fé, traduzida em caridade, esperança e compromisso com a vida comunitária.

Ao final da homilia, o bispo exortou os fiéis a não se acostumarem com o altar. Pelo contrário, convidou a comunidade a renovar sempre o olhar e o coração, reconhecendo que é diante do altar que a Igreja encontra força para enfrentar os desafios da vida e perseverar na missão.

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