Comissão de Bens Culturais do Regional Leste 1 destaca importância da preservação do patrimônio da Igreja

A Comissão de Bens Culturais do Regional Leste 1 da CNBB realizou, no dia 10 de março, uma reunião na cidade de Petrópolis (RJ), evidenciando a responsabilidade da Igreja na preservação de seu vasto acervo histórico, artístico e religioso. Aproveitando o encontro, os membros visitaram a Catedral São Pedro de Alcântara, um dos mais importantes monumentos do patrimônio cultural católico no estado, com bens tombados por órgãos de proteção à cultura.

Presidida por Dom Edney Gouvêa Mattoso, a Comissão conta com a participação de padres e especialistas dedicados à conservação dos bens culturais da Igreja. Entre eles, estiveram presentes o padre Carlos Silva de Oliveira e o padre Thomas Andrade Gimenez Dias, ambos membros da Comissão Diocesana de Liturgia e Patrimônio Cultural. Padre Thomas, pároco da Catedral São Pedro de Alcântara, conduziu a visita, destacando aspectos históricos, artísticos e litúrgicos do templo.

A reunião e a visita à catedral reforçaram a consciência de que a Igreja Católica no Brasil é guardiã de um expressivo patrimônio cultural e religioso, fruto da fé de gerações e da história do país. Igrejas, imagens sacras, arquivos, obras de arte e edifícios históricos – muitos já tombados e protegidos por órgãos públicos – representam não apenas um tesouro espiritual, mas também um legado cultural que precisa ser cuidado com responsabilidade.

Encontros como este ajudam a sensibilizar as dioceses e comunidades sobre a importância de preservar esses bens, que são sinais concretos da memória da fé e da evangelização no Brasil. O clima de alegria e comunhão marcou o encontro em Petrópolis, fortalecendo o compromisso conjunto de valorizar, proteger e transmitir às futuras gerações o rico patrimônio cultural da Igreja.

Ao promover iniciativas de formação, visitas técnicas e momentos de partilha, a Comissão de Bens Culturais do Regional Leste 1 reafirma seu papel fundamental na missão da Igreja: cuidar não só das almas, mas também dos sinais visíveis da presença de Deus na história, expressos na arte, na arquitetura e nas tradições que moldaram a identidade católica ao longo dos séculos.

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