Dom Joel Portella Amado celebra Crisma na Catedral de Petrópolis e convida fiéis a viverem a fé com a luz de Cristo Rei

Na Solenidade de Cristo Rei do Universo, a Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, foi palco de uma celebração marcada por fé, emoção e compromisso com a missão cristã. A Santa Missa foi presidida por Dom Joel Portella Amado, bispo diocesano, que conferiu o sacramento da Crisma a 43 jovens e adultos da Paróquia São Pedro de Alcântara. A celebração também marcou o início das comemorações pelos 100 anos da construção da catedral.

A Eucaristia foi concelebrada pelo pároco, Padre Thomas Andrade Gimenez Dias, que agradeceu a presença do bispo, o trabalho dedicado dos catequistas e o “sim” generoso dos crismandos, convidando-os a continuar firmes na caminhada de fé. Também concelebraram o vigário paroquial, Padre Alexandre Sobral Arosa, e o pároco da Paróquia São José de Itaipava, Padre Adenilson Silva Ferreira. Estiveram presentes os diáconos permanentes Marco Aurélio de Carvalho, Luciano Schmidt e Claudio Nelson Portilho.

Logo no início da celebração, Dom Joel saudou os fiéis presentes na catedral, destacando a beleza do templo centenário, que “já é bonita mesmo vazia, e ainda mais com tanta gente reunida”.

Durante a homilia, Dom Joel refletiu sobre o verdadeiro significado do reinado de Cristo, destacando que Jesus não reina à maneira dos reis terrenos, mas sim a partir da cruz. “O trono que Jesus aceitou foi o trono da cruz. E, como diz uma canção: ‘Olhe para a cruz, essa é a grande prova’”, afirmou. Ele convidou os fiéis a contemplarem o Evangelho proclamado, onde Jesus, mesmo em meio ao sofrimento, perdoa, cuida e acolhe.

“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, recordou o bispo, sublinhando que este é o mandamento do Rei Jesus, e que a Crisma é a confirmação desse chamado: viver no amor a Deus e ao próximo. “Quanto mais eu amo, quanto mais cuido, quanto mais protejo e defendo, mais me realizo como ser humano”, completou.

Dom Joel também dirigiu uma saudação especial aos médicos e médicas presentes, que celebravam o Jubileu de Ouro, e aos fiéis que se dedicam com carinho à vida da Catedral.

Ao final da celebração, os crismandos participaram do rito simbólico de acendimento das velas, recebendo a luz do Círio Pascal. “Quem tem a luz de Cristo, não se esconde. Porque Ele mesmo disse: ‘Ninguém acende uma vela para escondê-la’”, exortou o bispo, em um momento de profunda espiritualidade e emoção.

A celebração foi encerrada com a inauguração de uma exposição fotográfica sobre os 100 anos da Catedral, instalada no interior do templo, como parte das comemorações do centenário.

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