Padre Francisco Montemezzo, missionário italiano que atuou por muitos anos na Diocese de Petrópolis, morreu em maio de 2021, deixou um grande legado. Um testemunho de vida sacerdotal. Um deles foi sua posição contrária a guerra e neste momento, que vivemos o conflito entre Rússia e Ucrânia devemos rezar pela paz.
Ao longo de sua vida em suas homilias, muitas vezes falava da própria história, como sua experiência, quando menino com seus sete anos, com a II Guerra Mundial.
Para ele a guerra é a maior desgraça que possa existir. “Na Guerra, não é só crianças, mas pais de família que não voltam mais para casa, jovens que estavam namorando, esperando formar uma família de repente destruída. Então, tanto sofrimento que a gente viu quando criança entendia pouco, mas foram coisas que foram crescendo. Então, sempre, a Guerra me dava um sentimento de muita tristeza, de muita, daria quase uma revolta interior. Por que uma Guerra né? A Guerra realmente é uma coisa que não é de Deus”.
A Igreja em todo mundo, no dia 25 de março, estará unida ao Santo Padre, Papa Francisco, quando, às 13h (horário de Brasília), vai consagrar a Rússia e a Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria. O Papa tem insistido que a guerra é um grande mal, não é algo de Deus e que todos os homens e mulheres precisam colocar os joelhos no chão clamando por paz, devido ao risco desta guerra tomar proporções maiores, inclusive atômica.
Mantendo-se unido ao Papa, o bispo da Diocese de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, OSB, no dia 25, às 13h, preside uma missa no Trono de Fátima pela consagração da Rússia e Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria.






