Acolhida

Acolhida

Pastoral da Acolhida – O nosso grande inspirador na acolhida é o próprio Jesus, o Filho de Deus humanado, que entrou na história da humanidade para a acolhida. Jesus mostrou isso muito bem com o Seu jeito de ser, com Suas atitudes e Seus gestos, acolhendo de modo especial os mais necessitados.

A Igreja é continuadora da missão de Jesus Cristo – Jesus como o Bom Pastor que dá a vida por Suas ovelhas, também assim é a Igreja. A Pastoral da Acolhida precisa ser, cada vez mais, implantada em nossa Diocese, nas Paróquias. Diz-se que acolher é evangelizar.

A pessoa que é acolhida se sente amada, valorizada e vai continuar indo à Igreja. Hoje, passou um pouco o tempo em que as pessoas procuravam a Igreja. Agora, a Igreja é que tem que acolher, procurar, ir atrás das ovelhas. A acolhida não pode ser reduzida apenas ao distribuir folhetos na porta da Igreja, dando “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”. Deve ser feita também no dia a dia.

Todo cristão deve ser aquele que acolhe. Pessoas que chegam de outras comunida des, estados, que passam pela Paróquia, que deixaram suas famílias, suas raízes, elas precisam ser acolhidas onde agora estão. A intenção é implantar bem essa pastoral. Há um livro da Editora Santuário, do Padre Vicente André de Oliveira, e chamase “Como formar comunidades acolhedoras”.

O Documento 100 da CNBB, “Comunidade de Comunidades: uma nova Paróquia”, nos diz que a Igreja é como uma casa. A Igreja é a casa dos cristãos, a casa do Pão, a casa da Palavra, a casa ágape – a casa do amor. É preciso que todos se sintam acolhidos e amados nessa casa. O Padre Moisés Fragoso, da Pastoral da Liturgia, também está empenhado em colocar a Pastoral da Acolhida em todas as Paróquias.

Padre José Celestino – Pastoral da Acolhida Colaboração: Pascom de Piabetá

Texto publicado na edição de Janeiro/2015 do Jornal Diocesano