Diocese, Notícias › 16/04/2018

Padre Moises e Padre Brandão concelebram em missa presidida pelo Papa

O Padre Moisés Henrique Fragoso de Souza, que está em Roma fazendo um curso de especialização em Liturgia, viveu nos últimos dias momento de grande alegria ao participar da preparação da visita do Papa Francisco, a Paróquia São Paulo da Cruz, no bairro Corviale em Roma, onde está hospedado e trabalhando como vigário. A visita aconteceu domingo, dia 15 de abril, e Padre Moises celebrou este momento ao lado do Padre Alexandre Brandão, que está em Roma para curso de comunicação e foi convidado a participar da missa celebrada pelo Papa.

Cada padre que trabalha na Paróquia São Paulo da Cruz podia convidar um padre amigo para participar da missa com o Papa e Padre Moises convidou Padre Brandão. Os dois manifestaram grande alegria pela oportunidade em concelebrar ao lado do Papa e tiveram oportunidade de viver um momento de grande espiritualidade, ao mesmo que acompanhar toda preparação da missa.

Padre Brandão contou que chegou cedo na Paróquia a pedido do Padre Moises e teve a oportunidade de acompanhar a equipe do Vaticano trabalhando para preparar a visita do Papa. “Como cheguei cedo ajudei Padre Moises e observei como a equipe do Papa trabalha. É uma experiência enriquecedora”, comentou Padre Brandão.

“Pedimos a graça de acreditar que Cristo está vivo, ressuscitou”. Esta é a oração do Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Paróquia São Paulo da Cruz. No coração da paróquia da periferia romana, as palavras do Papa assumem um significado particular entre os moradores de um bairro que muitas vezes é relacionado a problemas de marginalização, delinquência e pobreza, como refere o pároco Pe. Roberto Cassano.

Nas dificuldades do dia a dia, o Pontífice encoraja a deixar entrar “no coração” a verdade de Cristo. Meditando sobre as Leituras e o Evangelho do domingo, que ainda ressoam o clima de alegria pascal pela ressurreição de Jesus, Francisco recorda como os discípulos, quando viram Jesus depois da Ressurreição, tinham duvidado, porque aquela verdade ainda não tinha “entrado no coração”: é “menos perigoso” – observa – ter uma verdade “na mente” do que “tê-la no coração”.

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