Sant’Ana e S. Joaquim Cascatinha

Sant’Ana e S. Joaquim Cascatinha

Praça Monsenhor Achiles Melo, 1 – Cascatinha, 25716-190 – Petrópolis, RJ


Telefone: (24) 2242 5846
E-mail: paroquiadecascatinha@diocesepetropolis.org.br
Pároco: Pe. Joni Ellison Muniz Batista

Pároco: Pe. Joni Ellison Muniz Batista

Vigário Paroquial: Pe Janderson Ferreira de Oliveira

Vigário Paroquial: Pe Janderson Ferreira de Oliveira

Diácono Permanente:
João Eliseu Padilha


Igreja Matriz:

Sábado – 18h30
Domingo – 7h, 10h30 e 19h 
Durante a semana: 7h

Capelas:

Nova Cascatinha: Domingo, às 18h

Ascensão do Senhor 
R. Luís Salomão Viana – Humberto Rovigatti
Domingo- 9h

Nossa Senhora Aparecida 
Bairro Roseiral
Sábado – 18h

Nossa Senhora das Graças 
Rua Boa Vista – Boa Vista
Domingo- 9h

Sagrado Coração de Jesus 
Rua 1 – Loteamento Samambaia
Sábado- 20h

Sagrada Família 
Rua Luís Pelegrini – Boa Vista
Domingo: 7h

São Salvado 
Rua Juiz Castro e Silva, s/n° – Jardim Salvador
Sábado – 20h

De segunda a sexta, das 14h às 18h. 
Atendimento de Confissões: de terça a sexta, das 15h às 18h.

Diocese esclarece colocação de gradil na Igreja Matriz de Cascatinha

A colocação do gradil no pátio da Igreja Matriz Sant’Ana e São Joaquim, em Cascatinha, localizada na Praça Monsenhor Achiles Melo, tem autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), desde junho de 2011, conforme Ofício do Escritório Técnico de Petrópolis, onde afirma que “após análise de suas solicitações para instalação do gradil ao redor do Paróquia Sant’Ana e São Joaquim, bem como a execução de rampa para acessibilidade no imóvel em questão, informamos nada ter a opor”.

A Diocese de Petrópolis esclarece que o pedido junto ao IPHAN em 2011 foi feito pelo administrador paroquial da época e não pelo atual Pároco da Paróquia Sant’Ana e São Joaquim, Padre Joni Ellison Muniz Batista, que, após tomar ciência da autorização, tomou as devidas providências para colocação do gradil. O objetivo principal é a segurança, preservação e conservação do patrimônio artístico, cultural e histórico que é a Igreja Matriz Sant’Ana e São Joaquim, cuja dada de construção é de 1898, sendo nesta época capela da Paróquia São Pedro de Alcântara, passando a ser Paróquia Sant’Ana e São Joaquim em dezembro de 1912.

A preocupação com a manutenção do imóvel, principalmente a sua estrutura e com o seu patrimônio artístico (vitrais, quadros do teto com cenas da vida de Cristo, imagens e detalhes do altar) levou a Paróquia a solicitar a colocação do gradil. Um dos motivos foi a manobra de caminhões pesados no pátio, com serviço de carga e descarga para pequenos veículos, que estava contribuindo com a deterioração do imóvel, devido a constante trepidação do solo, causando inicialmente, danos aos vitrais, como ocorreu com alguns que caíram e outros apresentando deslocamento com risco de cair.

A colocação do gradil, também teve como objetivo contribuir para ordem urbana numa área onde, diariamente é frequentada por idosos, crianças, gestantes e diversas pessoas que vão rezar ou usar o espaço de lazer da praça. A presença constante e diária de carros e caminhões estacionados e em manobra no pátio colocava em risco a segurança dos pedestres e frequentadores da Igreja Matriz.
Ainda na questão de segurança, a Diocese de Petrópolis esclarece que há relatos de constantes reclamações de assaltos no local, roubos em carros estacionados e também atentado ao pudor, constrangendo os fiéis, que participam das atividades à noite nos salões da Igreja e também moradores que passam pelo local em direção as suas casas.

Esclarece ainda que, outro motivo para colocação do gradil, na busca de uma ordem urbana, foi por constrangimento que os padres, fiéis e frequentadores da Igreja Matriz Sant’Ana e São Joaquim passam, quando pessoas, cujos veículos estavam estacionados no pátio, em frente ou não da Igreja e ficavam impossibilitados de sair, devido aos carros de quem estava na missa. Por diversas vezes, em meio a celebração, devido a insistência, os padres ou algum fiel, pedia que o proprietário de determinado carro fosse retirar o veículo para dar saída a outro carro ou caminhão que ficou estacionado no pátio e não foi retirado antes da missa ter iniciado.

No entanto, quando o padre ou fiel ficava impedido de sair com seu carro, devido a presença de outros veículos estacionados no local, a atitude não era a mesma e sofriam agressões verbais (inclusive palavrões) e afirmações de que o pátio não pertencia a igreja, era público e que eles podiam estacionar.
Diante destas situações, a decisão de colocar o gradil, como afirmado, tem como objetivo único a preservação do patrimônio artístico, cultural e histórico do Segundo Distrito de Petrópolis. A Igreja Matriz de Cascatinha está ligada diretamente a história do bairro, conforme relato de vários historiadores petropolitanos e documentos da época.

A Diocese de Petrópolis esclarece ainda que, por medidas segurança já citado acima e para preservação e conservação do patrimônio, a colocação de gradil ou portão foram colocados em outras paróquias: Paróquia Santo Antônio, no Alto da Serra; Igreja do Sagrado Coração de Jesus, Rua Montecaseros; Paróquia São José do Itamarati; Santuário e Paróquia Nossa Senhora do Amor Divino, Correas; Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Quitandinha; Paróquia Santa Rita de Cássia, Bairro Castrioto; Paróquia Santa Clara, Valparaiso.