Dom Gregório Paixão: natal, a alegria que desceu do céu

“Nós nos tornamos manjedoura quando abrimos nosso coração para receber verdadeiramente Jesus Cristo, a Palavra que existia desde o início dos tempos> Para que assim, ela possa existir definitivamente em nossas vidas e nos fazer homens e mulheres felizes”, afirmou o Bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão (OSB).

Ele fez está afirmação na homilia da missa celebrada, na manhã do dia 25 de dezembro de 2018, às 11h30, na Catedral São Pedro de Alcântara. A missa foi concelebrada pelo Pároco da Catedral, Padre Adenilson Ferreira e pelo vigário paroquial e reitor da Universidade Católica de Petrópolis, Padre Pedro Paulo e assistida pelos diáconos permanentes Marco e Luciano.

No início de sua homilia, Dom Gregório Paixão lembrou de um fato da sua infância, quando era levado a uma praça de sua cidade pelo seu pai para ver a árvore de natal. “Meu pai, como um bom catequista me ensinava que toda aquela beleza deste período era por causa da vinda de Nossa Senhora Jesus Cristo”.

Dom Gregório Paixão aproveitando a história de sua família e sua experiência de formação sobre o Natal, afirma que com o passar dos anos passou a ter a certeza que o “natal sempre foi a presença de Deus, que quis diminuir, cortar totalmente a distância entre o céu e a terra”.

“Agora Deus está presente em nosso meio. O natal sempre foi para mim a certeza que a alegria desceu do céu para transformar o coração da humanidade tão desejosa de uma felicidade constante”, afirma o Bispo Diocesano. Para Dom Gregório Paixão o cristão precisa ver o natal como a presença de Deus que vendo as trevas do mundo decidiu iluminar com sua presença.

O Bispo ressalta ainda que o menino quis está em nossos braços, frisando que Deus é carente dos homens e mulheres, como somos carentes dele.

“Deus não quis aparecer para nós como imperador, pois teríamos medo seu poder. Não quis aparecer como um moralista justiceiro, por que todos nós teríamos medo de nos aproximar daquele que veio para nos julgar. Não apareceu para nós como alguém muito importante, pois iríamos nos sentir muito pequenos. Ele veio como criança pulando nos nossos braços. Veio como criança quebrando o silêncio mortal de uma casa que muitas vezes não consegue mais se comunicar. Ele veio para nós como criança desejosa única e  exclusivamente para que olhando para ele entendamos as coisas do céu e da terra. Ele veio como Deus, mas veio como homem para nos compreender”, afirma o bispo.

Dom Gregório Paixão ressalta ainda que precisamos ser luz, acender em nós a chama deste Cristo que veio iluminar as nossas vidas para que possamos iluminar a vida do outro.

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