Diocese no Congresso Nacional do ECC

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A Diocese de Petrópolis esteve presente no XXII Congresso Nacional do Encontro de Casais com Cristo, que aconteceu entre os dias 12 e 14 de julho de 2019, em Brasília, com o tema “Evangelização, formação e missão, à caminho dos 50 anos” e com o lema “Ide e fazei discípulos meus” (Mt 28,19). A Diocese foi representada pelo Padre Rogério Dias, assessor diocesano para o ECC e pelo casal Dimário e Elisa, que fizeram parte da delegação do Regional Leste 1.

Um dos momentos importantes do Congresso Nacional do ECC aconteceu no sábado, quando foi aprovado o Documento Nacional com orientações, sendo que a principal delas foi a importância de se guardar sigilo dos testemunhos e das mensagens em todas as etapas dos encontros do ECC. Esta mudança foi aprovada pelos 442 presentes no Congresso.

Esta alteração e orientação se dá devido ao momento que vivemos com total exposição de tudo nas mídias sociais. Para o ECC, conforme ficou aprovado, a necessidade de se preservar o ECC é imprescindível em tempos de mídias sociais, conforme deliberou a assembleia. Assinalou-se no documento que está “expressamente proibido postar ou divulgar fotos e vídeos na internet ou quaisquer outras mídias, antes, durante e após o Encontro”.

No domingo, último dia do Congresso Nacional do ECC, Dom Waldemar Dalbello, durante a homilia exortou casais a exercer a misericórdia de Cristo. A Igreja nos pede pra redescobrir a força das pequenas comunidades.

Dom Waldemar Dalbello, presidente da regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que presidiu a Santa Missa, no último dia do XXII Congresso Nacional do ECC, disse que “o ECC tem um grande potencial para viver essa proposta, por meio dos círculos, que são o começo de uma pequena comunidade eclesial missionário”.

O ECC nos conquista para Deus, pontuou o bispo, na pregação. “É preciso prosseguir o caminho, para que, enquanto comunidade de famílias, a compaixão de Cristo cresça em nós, para que cresça a sensibilidade fraterna”, pregou, reforçando sobre a importância das reuniões de grupos.

Nos círculos, é possível compartilhar os dramas e as dores dos casais, enquanto espaço de proximidade afetiva e espiritual. “Quando o círculo de aprofunda, o casal tem a coragem de se expor e aí é possível derramar azeite e vinho nas feridas”, pontuou, ao reforçar que “a ferida do irmão nos dá a possibilidade de acolher a compaixão de Cristo”.

Ser missionários uns para os outros é o que move o espírito de fraternidade dos círculos. “Enquanto os irmãos se cuidam, outros vão perceber o amor fraterno presentes e serão atraídos”, explicou.

Fonte: https://congresso2019.conselhonacional.com.br

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