O Plano Pastoral de Conjunto como pastoral planejada “é a resposta específica, consciente e intencional às exigências da evangelização. Deverá realizar-se num processo de participação em todos os níveis das comunidades e pessoas interessadas” (Puebla 1307).

No ano de 2019, a Diocese de Petrópolis vai direcionar suas ações para MISSÃO, atendendo assim um pedido do Papa Francisco (clique para ler a carta), ao convocar o mês extraordinário para missão em outubro de  2019, enviou uma carta a todos os bispos pedindo que o processo de formação missionária tivesse inicio em outubro de 2018.

Este processo teve inicio em todo o Brasil e na Diocese de Petrópolis foi iniciado com a instalação da Comissão Diocesana Missionária (Comidi). Este trabalho no entanto, retoma, uma das ações inicias do Plano Pastoral de Conjunto (PPC), iniciado em 2015, quando se estabeleceu três temas centrais: COMUNHÃO, SANTIDADE e MISSÃO, por meio das Missões Populares.

O Bispo Diocesano, Dom Gregório Paixão (OSB) afirma que a missão está presente na Igreja e deve fazer parte da vida de todo cristão, principalmente ao testemunhar Jesus Cristo em todos os ambientes onde vive. Ser missionário e missionária levando a Palavra de Deus, os ensinamentos de Jesus Cristo e da Igreja e fazendo missão com o testemunho de vida.

Abaixo veja as Diretrizes:

DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA DIOCESE DE PETRÓPOLIS

O impulso missionário

Jesus Cristo é a nossa razão de ser, origem do nosso agir, motivo de nosso pensar e sentir. N`Ele, com Ele e a partir d`Ele, construímos nossa vida pessoal e comunitária. Por isso, desejamos que nossas escolhas sejam reflexo do Seu seguimento. A Paixão de Jesus nos leva ao arrependimento (At 2,36ss), à contrição e à verdadeira conversão pessoal e pastoral. Sua Ressurreição, nos impele a agir com o mesmo vigor e alegria dos discípulos (Mt 28,9). Sua Ascensão nos coloca, definitivamente, em missão, quando nos pediu: “Ide e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei” (Mt 28,19).

Conscientes de sermos discípulos missionários, precisamos fugir do isolamento para acolher a Palavra, celebrar os sacramentos e sair em missão, no testemunho, na solidariedade e no claro anúncio da Pessoa e da mensagem de Jesus. O Cristo Cabeça nos remete, necessariamente, à Igreja Corpo. E será assim, unidos num só Corpo, exercendo a missão de acordo com nosso carisma ou espiritualidade específica, que levaremos a todos a graça pelo vínculo do amor, da unidade, da justiça e da paz, que nasce a partir do Cristo Senhor.

Um marco histórico

Ao elaborarmos as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora para o triênio 2017-2019 desejamos, como Igreja Particular, dar continuidade ao marco histórico que completa 70 anos, quando da criação da Diocese de Petrópolis. A perseverança e o testemunho dos que nos antecederam nos fez chegar até aqui, trabalhando diuturnamente em prol da evangelização, nas pastorais paroquiais, nos movimentos, na vida religiosa e consagrada, nas novas comunidades e na vida diocesana. E todo esse caminho foi pautado pela ação do Espírito Santo, no amor a Jesus e à sua Igreja, na escuta filial do Santo Padre, o Papa, e dos bispos do Brasil, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Os diversos Planos Pastorais de Conjunto vem nos ensinando, tornando-nos testemunhas da verdade do Evangelho em meio à sociedade onde vivemos, como Igreja que acolhe e anuncia a presença de Cristo no mundo.

Desejamos, assim, ser uma “Igreja em saída” – como vem nos pedindo o Papa Francisco – anunciadora da misericórdia que brota do coração de Pai. Assim, rezamos, pedindo que o “Senhor nos dê a compreensão de todas as coisas” inspiradas por Ele (2Tm 2,7b) e nos ajude na missão que desejamos empreender. Muito foi realizado, mas há um imenso campo de missão que clama pela nossa presença.

Instruídos pela Palavra de Deus e inspirados, neste triênio, nas duas cartas que o apóstolo Paulo escreveu a Timóteo, desejamos que estas Diretrizes Pastorais, somadas a outras iniciativas, colaborem para a eficácia de nossa missão.

Comunhão na diversidade

A unidade da Igreja Universal e Particular se realiza na diversidade de rostos, carismas, funções e ministérios. O Espírito Santo age na ação concreta dos membros da Igreja, por meio dos carismas que lhe são próprios. Nossa Diocese é rica desses dons por meio de seus sacerdotes, diáconos, das diversas famílias religiosas, da vida consagrada, das novas comunidades, das pastorais e dos movimentos, espalhados pelos quatro cantos de seu território. Para isso, a Diocese deve orientar as paróquias em como se organizar pastoralmente. Citaremos, a seguir, algumas dessas riquezas, no intuído de se sentirem participantes do nosso Plano Pastoral, abraçando-o.

Pastorais: Pascom; Pastoral da Cultura; Pastoral da Educação; Pastoral da Esperança; Pastoral da Iniciação Cristã: Infantil e Adulto (Catequese Infantil e Crisma/Catecumenato); Pastoral do Batismo; Pastoral do Dízimo; Pastoral dos Católicos na Política; Pastoral Familiar: Pastoral da Família, Bom Pastor, Casamento Comunitário, Noivos, Nuplafam; Obra do Berço; Pastoral Litúrgica (Pastoral de Liturgia; Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, Leitores, Coroinhas, Acolhida e Música); Pastoral Presbiteral; Pastoral Vocacional; Pequenas Comunidades; Setor Juventude (Grupos Jovens, Fac, Joam, Acampamento Juvenil, Equipe Jovem de Nossa Senhora, Marial e demais encontros direcionados à evangelização de jovens e adolescentes); Vicariato da Caridade (Pastoral da Aids, Pastoral da Saúde, Pastoral da Criança, Pastoral da Caridade, Pastoral Carcerária, Pastoral da Visitação, Pastoral da Moradia, Pastoral da Sobriedade, Pastoral do Povo de Rua, Pastoral da Pessoa Idosa, Pastoral Universitária, Comissão de Defesa da Vida, Pastoral dos Enfermos, Pastoral do Trabalho, e demais grupos direcionados à caridade;

Movimentos: Acampamento para Casais; Acampamento Mirim; Acampamento Sênior; Acampamento Resgate; Apostolado da Oração; Apostolado do Oratório; Caminhada de Emaús; Congregação Mariana; Comunidade Nossa Senhora da Esperança; Cursilho de Cristandade; Encontro de Casais com Cristo (ECC); Equipe de Nossa Senhora; Filhas de Maria; Focolares; Infância e Adolescência Missionária; Legião de Maria; Liga Católica; Movimento Apostólico de Schoenstatt; Movimento Comunhão e Libertação (CL); Movimento de Mensagem Cristã (MMC); Movimento Semente; Movimento de Vida Cristã (MVC); Movimento Serra Club; Nova Evangelização: Escola de Evangelização Santo André, Éfeta; Oficina de Oração; Oficina de Valores; Opus Dei; Ordem das Carmelitas Descalças Seculares (OCDS); Renovação Carismática Católica (RCC); Sacerdotal Mariano; Terço dos Homens; Terço das Mulheres; Vicentinos.

Congregações Masculinas: Congregação dos Filhos da Caridade Canossianos; Fraternidade Arca de Maria; Ordem dos Frades Menores (OFM); Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap); Ordem dos Frades Menores Conventuais (OFMConv); Ordem Hospitaleira – São João de Deus (OH); Sociedade do Apostolado Católico (Palotinos).

Congregações Femininas: Companhia das Filhas de Caridade de São Vicente de Paulo (Filhas da Caridade); Congregação da Imaculada Conceição de Nossa Senhora de Lourdes; Congregação das Filhas de Sant’Ana; Congregação das Irmãs Angélicas de São Paulo; Congregação das Irmãs Carmelitas da Divina Providência; Congregação das Irmãs Carmelitas Descalças Servas dos Pobres; Congregação das Religiosas de Maria Imaculada; Congregação das Irmãs de Santa Catarina Virgem e Mártir; Congregação das Irmãs de São José de Chambéry; Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo; Congregação das Irmãs Franciscanas de Santa Maria dos Anjos; Congregação das Irmãs Franciscanas do Sagrado Coração de Jesus; Congregação das Irmãs Oblatas de Nazaré; Congregação de Nossa Senhora de Belém; Filhas da Caridade Canossianas Servas dos Pobres; Franciscanas de Siessen; Fraternidade Arca de Maria; Instituto Filhas de Maria Servas dos Pobres (Dulcianas); Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo (Carmelitas Descalças); Ordem de São Bento (Beneditinas); Religiosas da Assunção.

Vida Consagrada: Sodalício de Vida Cristã; Virgens Consagradas; Viúvas Consagradas.

Novas Comunidades: Água da Vida; Bodas de Caná; Jesus Menino; Mãe da Esperança; Mãe da Ternura; Mãe do Verbo Divino; Magnificat; Mater Dei; Mater Dolorosa de Jerusalém; Ostensório Vivo; Servos da Divina Misericórdia; Shalom; Sião.

Terciários e Oblatos: Associação do Laicato Canossiano; Leigos de São Paulo; Oblatos Beneditinos; Ordem Carmelita Descalça; Ordem Franciscana Secular; Ordem Terceira do Carmo.

Projetos: Casais Restaurados; Experiência de Amor para casais.

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OBSERVAÇÕES: Além das pastorais, movimentos e demais grupos, cada paróquia deverá ter seu representante no Conselho Pastoral Diocesano (CPD) criar seu Conselho Pastoral Paroquial (CPP), assim como o Conselho Paroquial de Assuntos Econômicos, em consonância com as orientações da Diocese.

O Conselho Pastoral Diocesano (CPD) será constituído pelo Bispo Diocesano (presidente do CPD), pelos Decanos, pelo representante de cada paróquia (delegados), pelos coordenadores diocesanos das pastorais e movimentos, pelos representantes das congregações religiosas masculinas e femininas (CRB), pelos representantes das novas comunidades e vida consagrada, e tem como objetivo promover a unidade e a corresponsabilidade das forças vivas da Diocese, estabelecendo diretrizes, colaborando no processo de avaliação das atividades e dinamizando as ações pastorais da Diocese.

O Conselho Pastoral Paroquial (CPP) é presidido pelo pároco e tem a missão de garantir a vida de comunhão na paróquia, sendo responsável pela organização e articulação das pastorais e movimentos, assim como pela espiritualidade e formação dos fiéis.

O representante paroquial (delegado) no CPD e os coordenadores das pastorais, movimentos e vida religiosa, que também compõem o conselho, deverão: refletir, planejar, animar e revisar toda a ação pastoral da paróquia em sintonia com as diretrizes gerais da Diocese; garantir a representação permanente dos movimentos e pastorais nas assembleias do decanato e diocesana; preparar, organizar e realizar as Assembleias Paroquiais de Pastoral, que são a instância mais importante da caminhada pastoral da paróquia, em consonância com o pároco; coordenar e auxiliar a implantação das pequenas comunidades nos bairros.

  • O bispo diocesano fará o máximo de visitas pastorais, dirigindo-se, ainda, às paróquias, comunidades e ambientes, exercendo incessantemente sua missão de pastor, animando a todos com seu testemunho;
  • Fazer nascer uma mentalidade e ardor missionário em todas as pastorais, movimentos, etc, motivando-as a uma ação missionária em sua área de atuação, com formação adequada;
  • Implementar pequenas comunidades nos bairros, sob a direção de uma equipe missionária de leigos;
  • Dar assistência contínua às escolas e universidades, sejam elas federais, estaduais, municipais, paroquiais e particulares, com projeto eficaz de evangelização, contando, para isso, com uma maior presença dos sacerdotes, diáconos, religiosos e demais consagrados;
  • Implantar em todas as paróquias uma eficaz Pastoral da Comunicação, dando prioridade ao conteúdo evangelizador;
  • Todas as pastorais e movimentos devem nomear um contato que forneça seus conteúdos para a PASCOM diocesana;
  • Implantar, de forma eficaz, a Pastoral da Educação, dando prioridade à missão evangelizadora, por meio de processos educativos e da prática de valores e virtudes;
  • Implantar, na medida do possível, escolas paroquiais em todos os municípios da Diocese, em convênio com a municipalidade.
  • As paróquias devem manter as portas de suas igrejas abertas o máximo de tempo possível, com pessoas preparadas para receber e orientar os irmãos que nos buscam;
  • Incentivar os diáconos permanentes a assumirem a liderança e administração das comunidades a eles indicadas;
  • Implantar um estágio pastoral para os crismandos e direção de trabalhos pastorais para os crismados;
  • Incentivar toda a Diocese a que participe da missões populares, evangelizando próximos e distantes.
  • Incentivar, em todos os grupos, a leitura e o aprofundamento da Palavra de Deus e da doutrina católica;
  • Realizar uma catequese que gere um espírito missionário;
  • Implementar, com os catequistas, os métodos de catequese, buscando reciclar os aprendizados e inovando a forma de transmissão, por meio de novos modelos, tecnologias, etc;
  • Publicar bibliografia especializada para a catequese;
  • Implementar, em todas as comunidades, a catequese específica para os adultos que pedem a iniciação cristã;
  • Continuar a implantação da Iniciação Cristã inspirada no modelo catecumenal, com aplicação das normativas do Diretório de Iniciação à Vida Crista da Diocese de Petrópolis;
  • Dar continuidade à Escola Diocesana Bíblico-Catequética em cada decanato, atenta, também, para a formação de catequistas aptos para trabalhar com crianças e adultos com necessidades especiais;
  • Os catequistas, auxiliados pela pastoral familiar e demais pastorais, visitem os catequizandos e suas famílias, num processo contínuo de evangelização;
  • Proporcionar momentos de oração, formação e espiritualidade nos encontros semanais de catequese, levando catequistas e catequizandos a um profundo encontro com o Senhor;
  • A catequese diocesana deve preocupar-se, ainda, em inserir as crianças, os jovens e os adultos na vida litúrgica das comunidades paroquiais.
  • Que todos os jovens se sintam inseridos na vida paroquial e no setor juventude, engajando-se em alguma atividade pastoral;
  • Cada paróquia crie um conselho do Setor Juventude, baseado e direcionado pelo Estatuto e pelas Diretrizes do Setor Juventude da Diocese de Petrópolis;
  • Inserir células juvenis que realizem a missão evangelizadora dentro das pastorais sociais, em ambientes hospitalares, escolas, casas de recuperação, etc, levando a Palavra de Deus e o testemunho cristão;
  • O Setor Juventude Paroquial deve preocupar-se em encaminhar a juventude paroquial para a vivência dos sacramentos da Iniciação Cristã;
  • Inserir todos os jovens e adolescentes nos trabalhos e na vida paroquial (ou comunitária), assegurando-lhes a liderança dos trabalhos a serem realizados, com acompanhamento de líderes adultos;
  • Cada paróquia precisa criar um grupo de assessores adultos e de acompanhantes de jovens e adolescentes;
  • O Setor Juventude deve promover, anualmente, um encontro vocacional paroquial com a ajuda da Pastoral Vocacional diocesana e paroquial, para ajudar os jovens no discernimento vocacional, bem como, promover visitas ao Seminário, Conventos e às Novas Comunidades;
  • Implantar em todas as paróquias grupos de crianças, adolescentes e jovens, divididos por idade, reatingindo suas necessidades formativas e aproveitando as experiências diocesanas do Setor Juventude;
  • Que jovens e adolescentes da paróquia sejam motivados a participarem dos módulos da Escola Jovem Discípulo, como caminho de formação permanente;
  • Realizar, anualmente, o Adorai, como expressão de louvor do setor juventude, alternando sua realização entre os três decanatos da Diocese: São Pedro de Alcântara, São José de Anchieta e Nossa Senhora do Amor Divino;
  • Realizar como de costume, anualmente, o Congresso da Juventude Católica de Teresópolis como forma de expressão de louvor para a juventude da Diocese;
  • Realizar, trienalmente, a Jornada Diocesana da Juventude, com hospedagem dos jovens nas casas dos fiéis. Essa Jornada vai culminar no Congresso da Juventude, quando for realizado em Teresópolis, e com o Adorai, quando realizado nos demais decanatos.
  • Esforçarmo-nos para que todas as paróquias tenham atividades de cunho caritativo e de promoção social, dentro de suas possibilidades, com as devidas legalizações;
  • Dar atenção especial e fazer visitas assíduas aos doentes, encarcerados, depressivos, empobrecidos, famílias em áreas de risco, idosos e aos que perderam seus parentes e amigos, com as devidas formações e autorizações;
  • Implementar e potencializar as pastorais sociais diocesanas e paroquiais, com trabalhos que envolvam a dimensão solidária, comunitária e político-institucional, além de incentivar a pastoral política e a presença dos católicos nas associações de bairro e nos Conselhos Municipais;
  • Promover reflexões a partir da Doutrina Social da Igreja sobre fé e política, acentuando o papel dos cristãos leigos na vida pública e social do Brasil;
  • Facilitar o acesso dos casais em segunda união ao Tribunal Eclesiástico diocesano e criar, nas paróquias, os grupos do Bom Pastor;
  • Trabalhar por uma maior inclusão dos casais de segunda união nos trabalhos paroquiais;
  • Continuar o trabalho de louvor e confissões em praças públicas, disponibilizando sacerdotes para as confissões e religiosos(as) para o aconselhamento espiritual;
  • Criar comitês, a nível diocesano e de decanato, que lutem contra toda a espécie de cultura que vise a destruição da família, legalização do aborto, eutanásia, drogas, ideologia de gênero, etc;
  • Promover a cultura da beleza, da arte, do cuidado com a natureza, etc, destacando-se, em tudo, o valor da vida e os valores evangélicos;
  • Cada pastoral social tenha um assessor religioso (padre, diácono ou religioso), que colaborará no desenvolvimento dos trabalhos realizados pelo Vicariato da Caridade;
  • Incentivar o trabalho do Pró-Vida e da paternidade responsável, bem como disseminar informações sobre os métodos naturais;
  • Implantar a Pastoral do Dízimo de forma organizada e eficaz, cujos recursos também serão destinados às pastorais sociais;
  • Fomentar o espírito ecumênico dos fiéis, aprimorando a identidade católica e dando as razões de nossa fé a todos.
  • Realizar, anualmente, a Romaria Diocesana a Aparecida, como expressão da unidade diocesana;
  • Realizar, anualmente, duas assembleias paroquiais e duas assembleias de Decanato;
  • Realizar, anualmente, a Assembleia Diocesana, dividida por setores;
  • Promover momentos recreativos para as famílias, envolvendo membros de todas as pastorais, em dias de partilha, lazer e reflexão.

Quero que todos os homens orem em todo lugar, erguendo mãos santas (1Tm 2,8a)

  • Trazer para os diversos grupos a espiritualidade secular de mestres da vida mística, principalmente pela riqueza dos fundadores da vida religiosa e dos santos padres;
  • Gerar, no coração dos diocesanos, um desejo ardente de estar com o Senhor, proporcionando-lhes momentos fortes de oração, espiritualidade e mística.

Petrópolis, 01 de janeiro de 2017

Com o lema “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5) e com o tema central a Missão, aconteceu no dia 10 de novembro de 2018, a Assembleia Diocesana, reunindo mais de mil pessoas na Paróquia Santo Antônio, Paquequer, em Teresópolis, Decanato Santa Teresa. Os trabalhos foram iniciados com a entrada da Capela Nossa Senhora do Amor Divino, com o Bispo Diocesano, Dom Gregório Paixão (OSB) conduzindo a oração inicial. (Leia matéria na íntegra)

Vídeos da Palestra de Dom Gilson Andrade