Ícone é o nome dado a uma pintura que, não sendo apenas um quadro ou uma obra de arte, é carregada de significados sagrados e leva seu observador à oração. O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é formado por quatro figuras: Nossa Senhora, o Menino Jesus e dois arcanjos. A aparição dos arcanjos com uma lança e a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços da Mãe. Por causa do movimento brusco desamarra a sandália. Maria o acolhe com ternura e lhe transmite segurança. O olhar de Nossa Senhora não se dirige ao Menino, mas a nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus, o Perpétuo Socorro. As mãos de Jesus estão nas mãos de Maria. Gesto de confiança do Filho que se apóia na Mãe. Na riqueza de seus símbolos, o ícone bizantino tem ainda muito a revelar.

O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é de origem oriental, grega. Em fins do século XV, um negociante roubou o quadro do altar onde estava, na Ilha de Creta, onde foi venerado pelo povo cristão desde tempos imemoráveis. Escapou milagrosamente de uma tormenta em alto mar, levando o quadro até Roma. Adoeceu mortalmente e procurou um amigo que cuidasse dele. Estando para morrer, revelou o segredo do quadro e pediu ao amigo que o devolvesse a uma igreja. O amigo, por causa da sua esposa, não quis desfazer-se de tão belo tesouro, tendo morrido sem cumprir a promessa.

Por último, a Santíssima Virgem apareceu a uma menina de seis anos, filha desta família romana, e mandou-lhe dizer à mãe e à avó que o quadro devia ser colocado na Igreja de São Mateus, entre as basílicas de Santa Maria Maior e São João Latrão. A mãe obedeceu e o quadro foi colocado nesta igreja no dia 27 de março de 1499. Aí ele foi venerado durante 300 anos. Então a devoção começou a se divulgar em toda Roma.

Em 1798 a guerra atingiu Roma. O convento e a igreja, que estavam sob o cuidado dos Agostinianos irlandeses, foram quase totalmente destruídos. Parte dos agostinianos passou para um convento vizinho e levou consigo o quadro, onde ficou oculto por anos.

Em 1819, os Agostinianos se transferiram para a Igreja de Santa Maria in Postérula. Com eles foi a “Virgem de São Mateus”. Mas como “Nossa Senhora da Graça” era já venerada naquela igreja, o quadro foi posto numa capela interna do convento, onde ele permaneceu quase desconhecido, a não ser para o Irmão Agostinho Orsetti, um dos jovens frades provenientes de São Mateus.

O religioso idoso e o jovem coroinha

Os anos corriam e parecia que o quadro estava para cair no esquecimento. Um jovem coroinha chamado Michele Marchi visitava muitas vezes a igreja de Santa Maria in Postérula e tornou-se amigo do Irmão Agostinho. Muito mais tarde, o então sacerdote Padre Michele escreveria: “Este bom Irmão costumava me falar com um certo ar de mistério e ansiedade, especialmente durante os anos 1850 e 1851, estas exatas palavras: ‘Veja bem, meu filho, você sabe que a imagem da Virgem de São Mateus está lá em cima na capela: nunca se esqueça dela, entende? É um quadro milagroso. Naquele tempo o Irmão estava quase totalmente cego. Desde a minha infância até quando entrei na Congregação Redentorista sempre vi o quadro acima do altar da capela doméstica dos Padres agostinianos, não havia devoção a ele, nem enfeite, nem sequer uma lâmpada para reconhecer a sua presença, ficava coberto de poeira e praticamente abandonado. Muitas vezes, quando eu ajudava a Missa lá, eu olhava para ele com grande atenção”.

O Irmão Agostinho morreu em 1853, com 86 anos, sem ter visto realizado o seu desejo de que a Virgem do Perpétuo Socorro fosse de novo exposta à veneração pública.

Em Janeiro de 1855, os Missionários Redentoristas adquiriram “Villa Caserta” em Roma, fazendo dela a Casa Generalícia da sua Congregação missionária, que se tinha espalhado pela Europa ocidental e América do Norte. Nesta mesma propriedade junto à Via Merulana, estavam as ruínas da Igreja e do Convento de São Mateus. Sem perceber, eles tinham adquirido o terreno que, muitos anos antes, tinha sido escolhido pela Virgem para seu santuário entre Santa Maria Maior e São João de Latrão.

Começaram então a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação do Santíssimo Redentor. Em dezembro de 1855, um grupo de jovens começava seu noviciado na nova casa. Um deles era Michele Marchi.

Os Redentoristas estavam extremamente interessados na história da sua nova propriedade. A 7 de fevereiro de 1863, ficaram intrigados com os questionamentos de um pregador jesuíta, Padre Francesco Blosi, que num sermão falou de um ícone de Maria que “tinha estado na Igreja de São Mateus na Via Merulana e era conhecido como a Virgem de São Mateus, ou mais corretamente a Virgem do Perpétuo Socorro”.

Em outra ocasião, o Cronista da comunidade redentorista, “examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de “grande veneração e fama por seus milagres”. Então, tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro. Padre Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que muitas vezes tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava”.

Com esta nova informação, cresceu entre os Redentoristas o interesse por saber mais sobre o ícone e por recuperá-lo. O Superior Geral, Padre Nicholas Mauron, apresentou uma carta ao Papa Pio IX, na qual ele pedia à Santa Sé que lhe concedesse o Ícone para ser colocado na recém-construída Igreja do Santíssimo Redentor e de Santo Afonso. O Papa concedeu a licença. Conforme a tradição, Pio IX disse ao Superior Geral dos Redentoristas: “Fazei-a conhecida no mundo inteiro!”. Em janeiro de 1866, os Padres Michele Marchi e Ernesto Bresciani foram a Santa Maria in Postérula receber o quadro dos Agostinianos.

Começou então o processo de restauração do ícone. A tarefa foi confiada a um artista polonês, Leopold Nowotny. Finalmente, no dia 26 de abril de 1866, a imagem era de novo exposta à veneração pública na igreja de Santo Afonso. Com este evento, começou o quarto estágio da história: a difusão do ícone no mundo inteiro.

Veja a explicação:

2 - icone_01  ABREVIATURA DE “ARCANJO SÃO MIGUEL”

Ele apresenta a lança, a vara com a esponja e o cálice da amargura.

 

3 - icone_02  ABREVIATURA DE “ARCANJO GABRIEL”

Ele segura a cruz e os cravos, instrumentos da morte de Jesus.

 

4 - icone_03  ABREVIAÇÃO GREGA DE “MÃE DE DEUS”

 

 

5 - icone_04

ABREVIAÇÃO de Jesus Cristo

 

 

6 - icone_05 ESTRELA no véu de Maria é a estrela-guia, que nos conduz como conduziu os reis magos, ao encontro com Jesus. Que nos   guia no mar da vida até o porto da salvação.

 

 

7 - icone_06OS OLHOS DE MARIA, grandes, voltados sempre para nós, a fim de acolher-nos e ver todas as nossas necessidades.

 

 

8 - icone_07A BOCA DE MARIA guarda silêncio. Ela que falava pouco, mas comunica muito a partir do seu olhar sereno. Guarda tudo em seu coração.

 

 

9 - icone_08TÚNICA VERMELHA distinguia as virgens do tempo de Nossa Senhora. Sinal de pureza, mas também da força da fé.

 

 

10 - icone_09MANTO AZUL, referência das mães daquela época. Maria é a virgem-mãe de Deus.

 

 

11 - icone_10AS MÃOS DE JESUS apoiadas nas mãos de Maria, significandoconfiança total.

 

 

 

12 - icone_11A MÃO ESQUERDA DE MARIA sustenta Jesus. A mão que apóia, acolhe e protege aqueles que, nos sustos da vida, correm para os braços da Mãe.

 

 

13 - icone_12A SANDÁLIA DESATADA. Nos desesperos da vida, assustados pelas dificuldades e medos, corremos o risco de perder-nos. Mas resta ainda um fio que nos une à salvação.

 

 

1 - icone_13O CENTRO DO ÍCONE. Maria, ao mesmo tempo que nos acolhe com seu olhar, com a mão aberta nos indica Jesus Cristo como nosso redentor, nosso Perpétuo Socorro.

 

 

Ícone NS Perpétuo SocorroO FUNDO todo do quadro é dourado e dele saem reflexos ressaltando as roupas e simbolizando a alegria do céu, para onde caminhamos levados pelo Perpétuo Socorro de Maria.

Preparação para todos os dias da novena

– Recolher-se em oração em casa ou numa igreja;
– Fazer o pedido da graça que tanto deseja alcançar;
– Rezar a oração de cada dia;
– Rezar um Pai-Nosso e três Ave-Marias;
– Praticar a boa obra de cada dia. Pode-se trocar por outra mais conveniente.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Primeiro dia

“Eis a tua mãe” (Jo 19,27)
Bondosa Mãe do Perpétuo Socorro, que experimentastes a angústia da vida, acolhei o meu pedido. Sois Mãe e tendes o desejo de socorrer a todos, aqui está alguém que é pecador, mas que recorre a vós.
• Boa obra: dar esmola a um pobre.

Segundo dia

“[…] meu espírito se alegra em Deus […]” (Lc 1,47)
Mãe do Perpétuo Socorro, ajudai-me a ser de Deus. Tudo passa como vento, Deus permanece. Quero ser d’Ele e, por isso, vos suplico: socorrei-me nessa vida, ajudai-me a não perder Deus nos sofrimentos e necessidades. Bondosa Mãe, aumentai a minha fé e confiança, socorrei-me com vosso amor.
• Boa obra: em casa, fazer o trabalho com amor.

Terceiro dia

“[…] seja feita a tua vontade […]” (Mt 6,10)
Bondosa Mãe, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, compreendestes e sempre fizestes o que Deus queria, afastai de mim a dureza do coração, o orgulho e o egoísmo. Ajudai-me, bondosa Mãe, a seguir a vontade de Deus e concedei-me a graça que vos peço.
• Boa obra: antes de dormir, agradecer a Deus por tudo o que aconteceu no dia.

Quarto dia

“[…] foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40)
Mãe de Jesus e minha mãe, dai-me um coração generoso para ajudar o próximo e misericordioso para perdoar sempre. Dai-me um coração humilde e manso para suportar suas fraquezas. Jesus disse que faço a Ele o que faço aos outros, por isso, ajudai-me a melhor amar Deus e meus irmãos. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, socorrei-me na graça que vos peço.
• Boa obra: dar algo ao pobre.

Quinto dia

“[…] eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,20)
Bondosa Mãe, como vivestes com Jesus e José em casa? Concedei-me amar meus irmãos e aceitar cada um no seu jeito de ser. Dai-nos a paz, compreensão, bondade e alegria para que o Espírito de Jesus permaneça conosco. Bondosa Mãe, pedi a Ele por nós.
• Boa obra: visitar alguém doente.

Sexto dia

“Vinde a mim, […] e eu vos darei descanso.” (Mt 11,28)
Pode a mãe esquecer seu filho? Sei, ó Maria, que não nos esqueceis, mas tenho medo de me esquecer de vós. Peço-vos nunca perder Deus nem a fé, e sempre confiar em vós. Ó Maria, feliz de quem vos conhece e a vós recorre como o filho à sua Mãe. Ajudai-me em minha prece.
• Boa obra: ir a uma igreja e rezar por alguém.

Sétimo dia

“Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1,38)
Maria, sempre fizestes tudo o que Deus vos pediu. Para que eu também seja assim, ajudai-me a ouvir a Palavra de Deus, a meditar, a ouvir o que Jesus ensinou. Atendei meu pedido nesta novena e não deixai que fique acomodado na vida.
• Boa obra: ler Lc 1,39-56.

Oitavo dia

“[…] olhou para a humildade de sua serva.” (Lc 1,48)
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, quantas vezes me torno orgulhoso, vaidoso, confiante nas coisas que passam. Tudo isso pode ocupar o lugar de Deus em meu coração. Maria, livrai-me desta tentação de trocar Deus pelas coisas da terra e descuidar da casa d’Ele em mim. Bondosa Mãe, socorrei-me com a graça de Jesus.
• Boa obra: ouvir e conversar, bondosamente, com um idoso ou uma pessoa difícil.

Nono dia

“Maria, porém, guardava todas as coisas, meditando-as no seu coração” (Lc 2,19).
Quantas vezes, ó Maria, meu coração fica triste, atribulado, cheio de dúvidas e angustiado. Isso acontece, porque não me recolho no silêncio da oração nem procuro ver o que Deus quer de mim. Não sei escutar o Senhor. Maria, peço-vos a graça de acreditar que Deus me ama sempre, mesmo na dor.
• Boa obra: passar o dia alegre e não se aborrecer.

Fonte: Canção Nova

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ó Mãe do Perpétuo Socorro, nós vos suplicamos, com toda a força do nosso coração, amparar a cada um de nós em vosso colo materno, nos momentos de insegurança e sofrimento. Que o vosso olhar esteja sempre atento, para não nos deixar cair em tentação, e que, em vosso silêncio, aprendamos a aquietar nosso coração e fazer a vontade do Pai. Intercedei junto ao Ele pela paz no mundo e por nossas famílias. Abençoai todos os vossos filhos e filhas enfermos.

Iluminai nossos governantes e representantes, para que sejam sempre servidores do grande povo de Deus. Concedei-nos ainda muitas e santas vocações religiosas, sacerdotais e missionárias, para a maior difusão do Reino de Vosso Filho Jesus Cristo. Enfim, derramei no coração dos vossos filhos e filhas a vossa bênção de amor e misericórdia. Sede sempre o nosso Perpétuo Socorro na vida e, principalmente, na hora da morte.
Amém.

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!

ORAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II  À VIRGEM NO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

Hoje é-me dado vir aqui pela segunda vez na minha vida. A primeira vez que aqui estive foi quando estava a caminho para o Congresso Eucarística na Austrália; ao celebrar a Missa à tardinha fui testemunha de uma verdadeira devoção filial e da imensa confiança que vós, ó Mãe do Perpétuo Socorro, gozais entre os fiéis, o povo que vive nesta grande cidade, capital das Filipinas.

Hoje, venho como Sucessor de São Pedro na Sé de Roma, dado que, através do inescrutável desígnio da Divina Providência, foi do agrado de Cristo chamar-me para o ministério universal da Igreja. Venho, seguindo os passos do meu predecessor Paulo VI, como peregrino, às Igrejas e aos povos do Extremo Oriente. Venho de Roma e ao mesmo tempo em estreita união com ela, para elevar à honra dos altares os Mártires que deram as suas vidas por Cristo em Nagasaqui, nos anos de 1633, 1634 e 1637. Entre eles estava o Filipino Lorenço Ruiz, o primeiro filho da Igreja nesta terra a alcançar a glória da beatificação.

A vós, ó Rainha dos Mártires e Mãe da Igreja, quero confiar de modo especial este meu ministério papal e os seus mais diversos aspectos. Foi do sangue de mártires que, logo desde o início, a Igreja do vosso Filho nasceu e cresceu forte, a Igreja de Jesus Cristo, em cujo sacrifício na Cruz vós, ó Mãe, cooperastes com o maternal sacrifício do vosso coração (cf. Lumen Gentium, 58).

De facto, verificamos muitos exemplos de igual testemunho dado por santos e bem-aventurados Mártires em várias partes do grande Continente da Ásia. A implantação da fé confirma com sangue a semente já profundamente enraizada no solo da história. Mas não somos nós, seres humanos, que podemos medir e saber se esta implantação é suficiente para a edificação do serviço do Evangelho e da Igreja nestas várias terras e nas inúmeras ilhas que estão em redor. Este juízo deixamo-lo à misericórdia do próprio Deus, ao coração do nosso Redentor e Senhor e ao Espírito Santo que orienta a humanidade e a Igreja mediante o testemunho de sangue para com o Reino de amor e de verdade.

E ainda, todo este imenso trabalho que está sempre diante de nós, eu, João Paulo II, com a plena consciência da minha humana fraqueza e indignidade, desejo—como sempre faço—confiar-vos, ó Mãe de Cristo e da Igreja, para que veleis com o vosso incessante amor maternal por ela em toda a parte, pronta a servir com todas as formas de socorro em cada coração humano e entre todos os povos. E especialmente entre aqueles que são mais tristemente provados pelo sofrimento, pela pobreza e por toda a espécie de aflição quaisquer que sejam.

Assim, ao iniciar-se a minha visita pastoral ao Extremo Oriente, entrego-vos e recomendo-vos com absoluta confiança, como Mãe do nosso Redentor, todas as nações e povos da Ásia e as ilhas que estão em redor. Entrego-vos e recomendo-vos a Igreja, especialmente naqueles lugares onde ela se sente em maior dificuldade, onde não é convenientemente compreendida a sua missão, nem tão pouco o seu irresistível desejo de servir as pessoas e os povos. Entrego-vos hoje, no início desta peregrinação, a hospitaleira Filipinas e a Igreja que, tendo sido aqui particularmente enraizada coro vigor, também sente especialmente com vigor a sua responsabilidade missionária. Oxalá não lhe falte a energia necessária para a obra de evangelização! Oxalá persevere, como o servo fiel que espera constantemente a vinda do Senhor, no serviço do seu próprio povo e na abertura para todos os outros.

Mãe do Perpétuo Socorro, aceitai esta humilde súplica e colocai-a no Coração do vosso Filho vós, que tendo estado junto da sua Cruz no Calvário, ali fostes dada a cada um de nós como nossa Mãe. Amém.

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