reduzida1 brasão finalização DDP COR 1mAssembleia Plano Pastoral de Conjunto – 2015

Ano da Misericórdia

Tema: “Como pregar a misericórdia, fonte de alegria, serenidade e paz”
Lema: “Jesus cristo, rosto de misericórdia do pai”

Local: Paróquia Santo Antônio
Avenida Oliveira Botelho, 620
Alto Teresópolis, 25961-148 – Teresópolis, RJ
Telefone: (21) 2642-5259

Programação:

7h30 – Chegada
9h – Abertura com Lectio Divina e oração
9h30 – Conferência
10h30 café
11h – Conferência aberta
12h – Almoço
13h30 – Trabalhos em grupos
16h – Café
16h15 – Apresentação dos grupos
18h – Missa de encerramento

1ª Urgência na ação evangelizadora: 

Igreja em Estado Permanente de Missão

Precisamos sair de nós mesmos para irmos onde as pessoas estão, para falar-lhes de Jesus e de sua Palavra. Necessitamos criar uma mentalidade missionária, saindo de nosso comodismo e cumprindo o que Jesus nos pediu, quando nos ensinou que devemos ir por todos os lugares, pregando o seu Evangelho. Essa missão deve ser cumprida permanentemente, e não somente em alguns momentos. Portanto, todas as comunidades, pastorais, movimentos, etc, precisam se tornar missionárias, senão não cumprirão o seu papel profético diante dos povos.

O bispo diocesano fará 21 Visitas Pastorais, dirigindo-se, ainda, às paróquias, comunidades e ambientes, mantendo contato e incentivando os seus líderes;

Fazer nascer uma mentalidade missionária em todas as pastorais, movimentos, etc, motivando-as a uma ação missionária em sua área de atuação, com formação adequada;

As paróquias devem manter as portas de suas igrejas abertas o máximo de tempo possível, com pessoas preparadas para receber e orientar os irmãos que nos buscam;

Dar assistência contínua às escolas e universidades, sejam elas federais, estaduais, municipais, paroquiais e particulares, com projeto eficaz de evangelização;

Todas as paróquias devem implantar as principais pastorais (Batismo, Catequese, Juventude, Família,Vocacional, Universitária, Educação, Saúde, Terceira Idade, Social, Liturgia, Música, Sobriedade, Esperança, Carcerária, MESC, PASCOM), movimentos e novas comunidades, conforme a necessidade das comunidades;

Implantar em todas as paróquias a Pastoral da Comunicação, criando uma cultura da comunicação, com a participação do bispo, dos sacerdotes, dos diáconos e fiéis leigos nos meios de comunicação das oito cidades diocesanas, por meio de artigos de jornais, participação nos programas de rádio e televisão, Web TV, blogs, Facebook, etc;

Todas as paróquias, pastorais e movimentos devem ter páginas atualizadas na Internet;

Proporcionar cursos para os secretários e secretárias paroquiais, a fim de que melhor acolham e sirvam o Povo de Deus;

Maior presença e pastoreio dos sacerdotes nas pastorais, comunidades e ambientes da paróquia.

2ª Urgência na ação evangelizadora: 

Igreja: Casa de Iniciação à Vida Cristã

Nossa catequese demonstra sinais de cansaço e escassez. Hoje, nossa catequese deve ser uma experiência de Jesus. O ensinamento doutrinário deve levar a um encontro íntimo com Aquele que é o Senhor. Deve auxiliar o catequizando a fazer do aprendizado um compromisso para toda a vida e a vida toda. Desse envolvimento nascerão catequizandos bem formados, cristãos comprometidos e leigos engajados na missão quotidiana. Portanto, as estruturas ultrapassadas devem ser substituídas por novas e eficazes.

Repensar, com os catequistas, os métodos de catequese, buscando reciclar os aprendizados e inovando a forma de transmissão, por meio de novos modelos, tecnologias, etc;

Proporcionar momentos de oração e espiritualidade nos encontros semanais de catequese, levando catequistas e catequizandos a um profundo encontro com o Senhor;

Pensar numa catequese que gere um espírito missionário, onde os catequistas visitem os catequizandos e suas famílias;

Unificar o esquema da catequese diocesana;

Publicar bibliografia especializada para a catequese;

Criar subsídios bíblico-catequéticos para os grandes momentos litúrgicos;

Implementar, em todas as comunidades, a catequese específica para os adultos que pedem a iniciação cristã;

Criar uma Escola Diocesana de Catequistas em cada decanato, atenta, também, para a formação de catequistas aptos para trabalhar com crianças e adultos com deficiência;

Implantação da Iniciação Cristã inspirada no modelo catecumenal;

Implantar em todas as paróquias grupos de crianças, adolescentes e jovens, divididos por idade, reatingindo as necessidades formativas dessas idades, aproveitando as experiências diocesanas do setor juventude.

3a Urgência na ação evangelizadora:

Igreja: Lugar de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral

A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus que ilumina os cristãos em sua caminhada neste mundo. Por isso, a Bíblia Sagrada deve ser o livro por excelência apresentado ao povo de Deus, especialmente aos catequizandos. Não deve ser visto como livro de autoajuda, mas como Palavra que transforma a vida e conduz à Vida. Nela encontramos o próprio Cristo, a Palavra mais profunda e íntima que Deus nos disse ao se revelar a nós. Para isso deve ser manuseada, refletida, vivida e amada.

Incentivar a leitura e o aprofundamento da Palavra de Deus e da doutrina, facilitando o acesso de todos à Bíblia e ao Catecismo da Igreja Católica (ou o YouCat), repassando bíblias a preço de custo, priorizando a tradução da bíblia Ave Maria;

Em todos os encontros, palestras, orações, devem ser lidos e citados versículos bíblicos que inspirem a comunidade;Criar escolas bíblicas nas paróquias ou nos decanatos, para estudo aprofundado das Sagradas Escrituras;

Criar um Diretório Litúrgico-Sacramental;

Realizar, anualmente, duas assembleias paroquiais e duas assembleias de Decanato;

Realizar, anualmente, a Assembleia Diocesana, para avaliação e atualização das Diretrizes;

Realizar, anualmente, o Adorai, como expressão de louvor do setor juventude;

Realizar, anualmente, a Romaria Diocesana a Aparecida, como expressão da unidade diocesana.

4ª Urgência na ação evangelizadora:

Igreja: Comunidade de Comunidades

O individualismo e o subjetivismo orientam a sociedade pós-moderna e está cada vez mais influenciando a nossa vida cristã. Algumas pessoas dizem que tem fé, mas não tem religião. A fé nasce da experiência que temos com a Trindade Santa, devendo ser vivida de modo comunitário, especialmente por meio da vida paroquial, em suas comunidades, nas pastorais e nos movimentos. Entretanto, nossas paróquias não podem ser “ajuntamentos” de pessoas, mas devem fomentar uma rede de comunidades que se comuniquem entre si e com a paróquia, gerando o nascimento de novas comunidades e superando o perigo de que a fé se torne um mero produto de consumo pessoal. 

Implementar pequenas comunidades nos quarteirões e em todos os bairros, especialmente nos mais desprovidos de assistência, por meio de estudo acurado, sob a direção de uma equipe missionária de leigos;

Realizar bienalmente a Jornada Diocesana da Juventude, com hospedagem dos jovens em paróquias distantes das suas de origem, gerando um salutar compromisso diocesano e estreitando os laços entre todos. Essa Jornada vai culminar no Congresso da Juventude;

Realizar anualmente a Assembleia das Pastorais, envolvendo todas as comunidades;

Incentivar os Diáconos Permanentes a assumir a liderança e administração das comunidades a eles indicadas;

Dispor, no site da Diocese, uma lista com todos os nomes de conferencistas e professores, com suas especialidades, que podem ser chamados a servir nas mais diferentes comunidades;

Dar novo vigor a todas as pastorais e movimentos, especialmente aqueles que se mostram enfraquecidos, sob a liderança da Coordenação de Pastoral.

5ª Urgência na ação evangelizadora:

Igreja a Serviço da Vida Plena para Todos

Nosso Deus é o Deus da vida. Não podemos aceitar uma cultura da morte pelo aborto, eutanásia, tortura, opressão, corrupção, marginalização e exclusão. Ser cristão é ser anunciador e defensor da vida, e combatente contra as forças do mal que penetraram em nossa sociedade. Diante da morte programada, não podemos nos calar. Diante dos pobres, devemos levar o Cristo que acolhe e que sacia o corpo e a alma. Daí a necessidade de nos organizarmos em comunidade para melhor assistir Jesus que se nos apresenta pelos mais pobres e marginalizados.

 

Implementar e potencializar as pastorais sociais diocesanas e paroquiais, além de potencializar a pastoral política e a presença dos católicos nas associações de bairro e nos Conselhos Municipais;

Esforçarmo-nos para ter, junto à paróquia, uma creche, escola paroquial ou o que estiver dentro das possibilidades das comunidades, com as devidas legalizações;

Implantar a Pastoral do Dízimo de forma organizada e eficaz, cujos recursos também serão destinados às pastorais sociais;

Criar comitês, a nível diocesano e de decanato, que lutem contra toda a espécie de cultura que vise a legalização do aborto, eutanásia, drogas, etc;

Dar atenção especial e fazer visitas assíduas aos doentes, encarcerados, depressivos, idosos, etc;

Criar um cadastro e fazer conhecidos todos os trabalhos sociais e entidades católicas que prestam serviço à sociedade;

O Bispo, os Presbíteros, os Diáconos Permanentes, os Religiosos, os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e todos da Comunidade Paroquial são chamados a participar dos trabalhos caritativos;

Gerar em todas as comunidades o compromisso de incentivar o ingresso de jovens no seminário, na vida religiosa, nas novas comunidades e na vida consagrada, assim como o florescimento do Diaconato Permanente;

Fomentar o espírito ecumênico dos fiéis, aprimorando a identidade católica e dando as razões de nossa fé a todos.

1. Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai. O mistério da fé cristã parece encontrar nestas palavras a sua síntese. Tal misericórdia tornou-se viva, visível e atingiu o seu clímax em Jesus de Nazaré. O Pai, « rico em misericórdia » (Ef 2, 4), depois de ter revelado o seu nome a Moisés como « Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e fidelidade » (Ex 34, 6), não cessou de dar a conhecer, de vários modos e em muitos momentos da história, a sua natureza divina. Na « plenitude do tempo » (Gl 4, 4), quando tudo estava pronto segundo o seu plano de salvação, mandou o seu Filho, nascido da Virgem Maria, para nos revelar, de modo definitivo, o seu amor. Quem O vê, vê o Pai (cf. Jo 14, 9). Com a sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa,[1] Jesus de Nazaré revela a misericórdia de Deus.

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