Diocese, Notícias › 02/07/2018

Culto Ecumênico no Dia do Colono em Petrópolis

02 07 2018 Culto Ecumênico Palácio de Cristal

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No Dia do Colono, 29 de junho, Dom Gregório Paixão (OSB), bispo da Diocese de Petrópolis participou do Culto Ecumênico, que tradicionalmente acontece neste dia nos jardins do Palácio de Cristal, lembrando a primeira celebração realizada, no mesmo local, unindo alemães luteranos e católicos.  A celebração como todos os anos, foi coordenada pelo Pastor Elton Pothin da Igreja Luterana e este ano, além dos frades franciscanos e do Pároco do Sagrado Coração de Jesus, Frei James Luiz Girard, contou com a presença do Pároco de São Judas Tadeu, na Mosela, Padre Rogério Dias e do Diácono Permanente, João Eliseu.

Durante a celebração, o Pastor Elton ressaltou a importância dos cristãos – luteranos e católicos – de saírem do comodismo e recuperar o entusiasmo que tinham os primeiros colonos, quando andavam quilômetros para ir ao culto ou a missa. “Hoje, muitos cristãos moram do lado da igreja e não participam, mas afirmam que são católicos e luteranos. Olhando a história, vemos que muitos colonos moravam na Fazenda Inglesa e saiam de lá, vindo a pé até a Igreja Luterana ou Igreja Católica para participar das celebrações, hoje, mesmo morando próximo e tendo todas as facilidades não participam”, afirmou o Pastor Elton.

Dom Gregório Paixão em sua reflexão frisou que Petrópolis foi fundada sob o nome daquele que é o Senhor, Jesus Cristo, lembrando que os primeiros colonos, católicos e luteranos, rezaram juntos agradecendo a Deus a graça que recebiam por estar em novas terras. Para Dom Gregório Paixão o que Deus pede hoje aos petropolitanos é para que tenham fé e que acreditem que podem transformar a realidade em que vivem a partir do amor de Deus. “Cada um de nós continuemos a trabalhar pelo bem comum, pois assim alcançamos a paz”, afirmou.

O culto ecumênico contou ainda com a presença do prefeito Bernardo Rossi e de sua esposa, do vice-prefeito, Albano Filho, vários secretários municipais e vereadores e os descendentes dos colonos alemães. O Coral DÓ Ré Mi participou do culto regido pelo maestro Leonardo Randolfo.

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